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Caixa | 26/01/2026
Fenae entrega abaixo-assinado solicitando mudanças no Super Caixa

O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, entregou, nessa quinta-feira (22/1), à vice-presidente de Pessoas da Caixa, Cíntia Lima Gonçalves Teixeira, o abaixo-assinado que exige mudanças no regramento do Super Caixa, programa de premiação da rede de varejo e atacado do banco, responsável pelo pagamento do desempenho dos empregados.

O documento faz parte da campanha “Vendeu. Recebeu”, lançada pela entidade em parceria com a Contraf-CUT e as Apcefs. Ao todo, o abaixo-assinado reuniu 8.744 assinaturas de trabalhadores do banco, que demonstram insatisfação com o novo regramento adotado pela direção da Caixa.

A reunião contou ainda com a participação do diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros; da representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara; da diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora da CEE, Eliana Brasil; da diretora da Apcef/SP, Vivian Carla de Sá; e da representante da Apcef do Estado de São Paulo e da Associação dos Gerentes da Caixa de São Paulo, Fernanda dos Anjos.

Sabrina Muniz, representante dos trabalhadores do RS na Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e secretária-geral do SindBancários, destacou que a insatisfação com o programa se arrasta há tempo. "Desde que o Super Caixa foi lançado, estamos apontando os problemas e pedimos uma simulação de como teria sido o pagamento no ciclo anterior se as novas regras já estivessem valendo. Já cobramos em diversas ocasiões e até agora nada. Esperamos que com o recebimento do abaixo-assinado, a Caixa realmente promova as mudanças necessárias", ressaltou.

Segundo o presidente da Fenae, o novo modelo aumentou a dificuldade para que o empregado se habilite ao recebimento das remunerações e reduziu a frequência dos pagamentos, que deixaram de ser trimestrais e passaram a ser semestrais. Por isso, a mudança é considerada extremamente necessária para garantir mais equilíbrio e transparência.

“Fizemos um balanço e constatamos que aproximadamente 23 mil empregados deixariam de receber algum tipo de remuneração com esse novo regramento. Esse modelo tem gerado grande insatisfação entre os empregados que ficam fora do pagamento e até mesmo entre aqueles que se esforçam para vender, mas não recebem”, explicou Takemoto.

Por sua vez, a vice-presidente de Pessoas da Caixa afirmou que “vamos buscar um meio-termo que permita identificar possibilidades de aprimorar o modelo, preservando a cultura que a Caixa deseja”.

O modelo de remuneração variável substituiu mecanismos anteriores, como o Bônus Caixa e o TDV (Time de Vendas), alterando a lógica de premiação entre os trabalhadores.

Jornalista/Fonte

Fenae

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